Quem ensina os gatos a cobrirem o coco?
Salve, salve amigos dos gatos! Quem ensina os gatos a cobrirem o coco? Não
respondam que são as suas mães, porque não são.
Na semana passada observei um filhote de gato fazendo coco e em seguida cobrindo-o com terra. Então pensei: quem ensina o gato a cobrir o coco?
Na semana passada observei um filhote de gato fazendo coco e em seguida cobrindo-o com terra. Então pensei: quem ensina o gato a cobrir o coco?
Tive o privilégio de acompanhar o
nascimento e desenvolvimento de oito gatos, e posso dizer com toda força que
não foram suas mães que os ensinaram a cobrir suas fezes com terra.
Quando Ahri, a minha primeira gata,
teve cinco filhotes, em nenhum momento, eu a vi ensinar seus filhotes a cobrirem suas fezes.
Mas pude acompanhar a evolução desse costume ao longo do desenvolvimento deles.
Quando muito pequenos os filhotes
defecam e se afastam das fezes. Mas ao se desenvolverem começam a movimentar as
patas dianteiras como se estivessem jogando terra sobre as fezes.
Com o passar do tempo eles preparam
pequenas covas e sentam levemente sobre elas, colocando toda força nas patas traseiras. tais covas parecem vasos sanitários. Ao
terminar, jogam terra sobre as fezes, que parece ser uma tentar de impedir a atração de moscas e
propagação do mau cheiro.
Mas é intrigante como eles fazem isso
sem ter tido outros gatos para ensiná-los. É como se fosse algo inato neles,
como instinto, instinto de conduta sanitária.
Encontrei uma forma de entendermos
tal conduta recorrendo a genética. Todo organismo vivo tem seu material
genético, cromossomos com sequências de DNA onde estão contidas características
químicas, físicas e demais peculiaridades do indivíduo. E provavelmente, características comportamentais também.
Há muito tempo li um texto que falava sobre o gene do
alcoolismo que desassociava, exclusivamente, a influência social como fator
para o vício do álcool. Assim também
sobre o gene de localização das aves que retornam para o mesmo lugar onde
nasceram para procriarem e terem seus filhotes.
Como tudo é subjetivo e misterioso,
como Deus, para aqueles que o creem, Jó, no final do seu livro, cita a
atuação de Deus no comportamento dos animais.
Será que de fato foi Ele quem inseriu no material genético dos gatos tal comportamento e que por sua
vez é passado de geração a geração? E porquê não chamar tal gene de conduta sanitária? Kkkkk....Até segunda, pessoal!



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