Um veterinário quase matou minha gatinha



Oi amigo (a) dos gatos! Veterinário. Alguma vez você precisou dos cuidados de um veterinário? E aí? ...Resolveu o problema? Ou piorou a situação do seu animal de estimação?

Bem, preciso esclarecer que passei a ter gatos em 2015, e ao longo desses quatro anos tive que recorrer algumas vezes a uma clínica veterinária para castrar, vacinar ou tratar alguma enfermidade dos meus gatos. 

Dentre essas enfermidades destaco a gripe. Confesso que não sabia que gatos ficavam gripados. E não tinha nenhuma noção de como cuidar de um gato gripado.

Quando uma gatinha que tive chamada de Ester ficou gripada não tinha noção de como agir. E nem sabia que os sintomas que ela tinha era de gripe, até que essa gatinha começou a respirar como se estive soluçando e a espirrar.

Mas uma coisa sabia que nem todo medicamento podia ser dado ao gato, por não ter enzimas especificas para degradar determinadas substancias encontradas nos medicamentos, tornando-se, portanto, um veneno para ele.

Por isso, que o quadro dessa gatinha se agravou. Tinha medo de dar para ela algum medicamento que poderia envenená-la, ao invés de curá-la.

Ao levá-la a um veterinário seu quadro clínico apresentava: espirros; corrimento e  congestionamento nasal;  olhos lacrimejantes; febre; sem apetite  e desidratação.

O veterinário deduziu que se tratava de rinotraqueíte, mas para confirmar teria que submetê-la a exames laboratoriais, mas que descordei em fazê-lo. 

Em seguida deu um antitérmico injetável para baixar a temperatura corporal e tentou coloca-la no soro, mas não conseguiu achar a veia por conta da desidratação.

Por fim passou medicamentos para serem usados em casa. Ao chegar em casa li as bulas e achei estranho, pois não mencionavam nada referente a doenças do trato respiratório ou dos sintomas que ela apresentava.

Sei que existem doenças sem indicação em bulas ou seja determinados medicamentos usados em ensaios clínicos para determinadas doenças, mas que também foram eficazes em outros tipos de doenças.

Mas os medicamentos que o veterinário passou eram mais para problemas do trato digestório envolvendo problemas de diarreia e vômitos. Exemplo desses medicamentos: Promun Cat, Emitim e Azium.
  
No dia seguinte retornei à clínica com os medicamentos, porém o médico não estava, mas havia uma outra veterinária que estava atendendo, e a mesma disse que, também, teria receitado tais medicamento e que não mudaria nenhum que ali estavam.

Voltei para casa, e continuei dando tais medicamentos. Mas o estado da gatinha Ester só se agravava. E para piorar ela sumiu, voltando 12 horas depois. Foi aí que o quadro dela piorou, então decidi leva-la a uma outra clínica.

Lá foi dito que aqueles medicamentos não serviam para o problema dela. E Imediatamente a colocou no soro e mesmo não conseguindo achar a veia, inseriu a agulha na região do subcutâneo para receber soro.

Voltei para casa com novos medicamentos: antitérmico, vitaminas, anti-inflamatório e descongestionante nasal. E ainda aprendi a hidratar o gato com soro na região subcutânea.

Fiquei muito chateada com esse veterinário e não o denunciei ao Conselho Regional de Medicina Veterinária – CRMV da Bahia em consideração ao dono do estabelecimento que conhecia a muito tempo e que havia alugado o ponto para outro administrador. Mas não deixei de externar o meu problema para ele.

Depois descobri que outras pessoas passaram pelo mesmo problema e até teve caso de morte de um cachorro, após ser medicado com certo medicamento.  

Quando o veterinário passa medicamentos errados para determinada enfermidade, isso poderá agravar ainda mais o quadro de saúde do animal levando-o a morte.

Nessa experiencia aprendi que obrigatoriamente todos nós devemos inserir em nossas vidas o seguinte proverbio popular que diz: “De médico, poeta e louco, todos nós temos um pouco”, para que sobrevivamos as ignorâncias ou quem sabe as perversidades da vida. Até segunda!   

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